resenha

[Resenha] Dias Nublados, da Dany Fran

novembro 18, 2017

Nome: Dias Nublados | Autora: Dany Fran | Gênero: Romance | Editora: Empíreo | Ano: 2015 | Páginas: 276
Sinopse: "Saudades? Tampouco serve. Nem mesmo pra resumir. Mas quer saber? A vida não foi mesmo feita para ser um resumo."Às 8h55, de uma segunda-feira de carnaval, Izadora Morgan Luchetta viajava por uma rodovia estadual do Paraná. Artista plástica, seguia com a certeza de retomar a Florença, onde faria, em breve, uma exposição. Mas, naquela mesma hora, em outra estrada, um caminhão perde o freio no instante em que a irmã mais velha de Izadora e dois amigos passavam, indo para a praia. Eles nunca mais viram o mar. E Izadora não voltou para a Itália.
Um minuto e a vida que tinha deixado de existir Izadora encontra um quarto vazio e uma casa às escuras. A cada dia, retomar a inspiração parece mais surreal. Até que Paolo bate à sua porta. E a paixão, quase secreta, vira tudo de cabeça para baixo, novamente.
Trecho Preferido: "A realidade talvez seja apenas a nossa verdade. Particular. Olhamos o mundo sob o nosso ponto de vista, sob o nosso estado de espírito e enxergamos apenas aquilo que queremos. Talvez não exista uma, mas várias realidades paralelas."


Quotes:

"A tristeza deixa o homem mais humano. A dor mais forte. A alegria mais vivo. O amor... Ah, só o amor faz tudo, de fato, valer a pena. (...) Mesmo meio estável financeiramente, meio realizado profissionalmente, meio definido pessoalmente... Ainda assim, tomado pelo amor o homem é capaz de se sentir inteiro. Porque está inteiro naquilo que a vida faz mais sentido."
"Não pasteurize a vida, Iza. Os seus propósitos podem não ser os mesmos que os meus, por exemplo, ou os de outras pessoas. Meus ideais de conquistas podem ser completamente diferentes dos seus. Nem tudo precisa cumprir a mesma ordem. Ou precisa?"
"As pessoas pirariam menos se parassem mais de acreditar em padrões e de se acostumarem com verdades absolutas, que na verdade são burras."
"Tirando os corpos, nossas almas não quiseram mais saber uma da outra."
" A verdade e a raiva são alimentos poderosos."
"Uuuhh... eu quero você como eu quero...'. Se por acaso a letra sugeria autoritariamente que o elegido se enquadrasse na preferência alheia, nós acabávamos de dar uma nova conotação à canção. Eu simplesmente queria, como queria!"
"Eu tenho medo dos laços virarem amarras."
"Fiquei sabendo que uma memória de ferro não é sorte, é quase uma maldição."

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