DNA em Série

Um, dois, três e... 3%!

novembro 30, 2016

E aí, galera?
    Semana passada estreou a primeira série brasileira original Netflix. Quem ainda não assistiu e está curioso vem que eu vou contar um pouquinho sobre ela.
    3% é um série distópica em que existem dois lugares bem distintos: o Continente e o Maralto. Enquanto no Continente as condições de vida são precárias e a população luta para sobreviver, no Maralto tudo é bem desenvolvido e a qualidade de vida é bem alta. 
    Sendo assim, aos 20 anos os jovens do Continente tem a oportunidade de melhorar de vida. O Processo, uma série de provas físicas e psicológicas, seleciona os 3% que estão aptos a passarem para o outro lado. Em contrapartida, existe a Causa, uma espécie de "grupo rebelde" que não acredita no Processo e pretende lutar contra ele. 

Episódio 1: Cubo

    Tudo começa com os jovens se dirigindo para o local onde ocorre o Processo.  Logo aí já conseguimos perceber a real situação do Continente, lugares imundos e mal estruturados, realmente miseráveis. O próprio estado dos jovens também é de assustar, a maioria com vestimentas rasgadas e sujas.
    A primeira prova é, na verdade, uma entrevista que se mostra mais complicada do que se imagina e já é responsável pela eliminação de alguns candidatos. E o Processo é algo tão importante e que traz tanta esperança para aquelas pessoas, que lidar com a rejeição é bem difícil.
    Os candidatos que passaram pela entrevista vão para a prova do cubo. Nela, é preciso montar no mínimo 9 cubos com as peças disponíveis na mesa. O que ninguém esperava é que um dos candidatos, Rafael, fosse jogar bem sujo. E sim, podem esperar trapaças. Todo mundo está ali querendo passar e boa parte vai fazer o que for preciso para conseguir.
    E agora dois personagens que chamaram muito a minha atenção: Aline e Ezequiel. Enquanto Ezequiel é o chefe da seleção, tem um temperamento bem distinto e guarda alguns segredinhos, Aline é uma funcionária que foi enviada até lá para avaliar o Processo e também tem seus interesses. Acredito que ambos têm muito que revelar!
    Sabem a Causa que citei acima? Pois é, eles se infiltraram no Processo e duas personagens são tidas como suspeitas, mas é claro que não vou revelar quais são por aqui. 

Episódio 2: Moedas

    No primeiro episódio Rafael se destacou por ter trapaceado na prova, e o garoto continua aparecendo com um dos personagens mais difíceis de conviver ali. Muitos não gostam dele e não os julgo por isso. Rafael é bem sarcástico e está disposto a fazer de tudo para passar.
    Aos poucos vamos conhecendo mais os personagens, temos a Michele, que foi criada pelo irmão mais velho e que deseja de todo jeito passar no Processo. E também o Fernando, um deficiente físico que crê firmemente em seu sucesso na seleção.
    E nesse episódio teremos duas provas: uma em que os candidatos devem analisar uma cena em grupo e descobrir o que de fato aconteceu ali, a prova exige bastante percepção e trabalho em grupo. E a prova da moeda, nela o grupo é trancado em uma sala com um saco com moedas. O intuito é eles escolherem quem irá ficar sem uma moeda e desta forma sair da seleção. E eu fiquei chocada com o resultado, juro que vocês vão se surpreender também!
    E no meio de tudo isso, Ezequiel vai disfarçado para o Continente, algo que aguça tanto a curiosidade de Aline quanto de quem está assistindo. Qual segredo ele guarda? 

Episódio 3: Corredor

    Acredito que esse foi um dos episódios que mais gostei e já vou explicar o porquê.
    A prova desse episódio se passa em um corredor, os candidatos são divididos em grupos (o mesmo que sobrou da prova da moeda) e assim eles precisam atravessar o tal corredor.
    Todos têm que chegar ao final dele no tempo permitido. O problema é que ele não é um simples corredor escuro, um gás é liberado e ele é responsável por trazer à tona vários medos e paranoias dos participantes.  Acredito que a prova ajudou a mostrar as fraquezas e um pouco mais de cada um. Por exemplo, a Joana que é toda durona. Descobrimos mais sobre a vida difícil que ela teve e tivemos um ponto de vista diferente da personagem.
    E atenção para Ezequiel: ele se encontra com um garotinho! Alguém aí aposta a relação entre eles?

    No geral eu gostei bastante de 3%. Só tem uma coisa que me incomodou muito: os diálogos. Alguns pareceram bem forçados e falsos. Porém, os temas abordados constantemente, como desigualdade social e meritocracia, e a complexidade dos personagens e curiosidade de saber do que eles realmente são capazes, foram pontos muito positivos. Eu não sou tão chegada em distopias, mas confesso que a série me agradou e quero muito a próxima temporada.

Animaram? E quem já viu, o que achou? 

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