Gene Recessivo

Gene Recessivo "Metro 2033 e O Sol é para Todos"

novembro 01, 2015

Olá pessoal. Bem, esse é meu primeiro post aqui e espero que gostem. Primeiramente, vou apresentar a nova coluna do blog, na qual farei a estreia hoje. Como já perceberam, o nome é “Gene Recessivo”. Basicamente, falarei de grandes obras literárias ou cinematográfica, por bônus até algumas musicas, que não tem grande popularidade ou simplesmente muito antigas. Ou seja, achar os “genes recessivos” da cultura e contracultura. Espero de verdade que vocês gostem ^^ (e obrigado carlitcha, sua Linda, pelo convite).

Agora vamos a pessoa que vos fala. Meu nome é Gabriel Pereira de Carvalho, tenho 18 anos, cursando Direito pela UFG, e obviamente, moro no longínquo estado de Goiás, gosto de chamar de “Texas brasileiro”, na cidade de Goiânia. Tenho uma paixão incontrolável por livros desde meus 4 anos de idade. Gosto de todas as modalidades e temas literários (só um pequeno pé atrás com biografias e livros religiosos, mas tenhamos calma, espero que seja uma questão de tempo). Agora, finalmente, vamos ao conteúdo. 


Quero trazer duas indicações, uma literária e uma cinematográfica. A primeira, um livro vindo da terra da vodka, “Metro 2033” do fantástico Dmitry Glukhovsky. Ele vai além de um sci-fi pós-apocalíptico comum, toda a narrativa carrega uma claustrofobia enorme, deixando o leitor completamente desconfortável e com ânsia de saber o desenrolar da historia (se prepare para o final, me fez xingar por varias semanas). Além disso, a obra tem uma densa conotação social e politica, demonstrando todo o extremismo que o ser humano pode alcançar, fora os dilemas existenciais e a crítica constante a ideologias.


Sinopse: Após uma catástrofe nuclear, os poucos que conseguiram sobreviver, foram se refugiar nas antigas linhas de metrô de Moscou. Com o passar do tempo, foram criadas pequenas nações nessas linhas de metrô.[1] O protagonista se chama Artyom, um jovem russo que passou sua vida inteira dentro da rede de túneis do metrô. Um dia Artyom conhece Hunter um velho amigo de seu padrasto e uma pessoa conhecida por resolver vários assuntos do metrô, e diz que não só a estação de Artyom, VDNKh está correndo perigo, mas sim todo o sistema do metrô. Ele o diz que vai em uma busca e que se ele não voltar em três dias Artyom deve partir para Polis, o centro do metrô e falar com seus superiores sobre o perigo que se esconde nos tuneis. Hunter acaba não voltando e Artyom tem que completar a sua missão de salvar sua estação de nascimento e todos as pessoas que vivem no sistema de túneis. O livro traz passagens filosóficas, assuntos políticos e criticas a religião.

Adendo: o livro fez um grande sucesso na Europa, mas não causou tanto impacto no Brasil, inclusive demorei muito para achar em uma livraria. Outro detalhe é que o enredo chamou tanta atenção que deu origem a dois jogos, que por sinal não chegam nem perto a qualidade do livro.

Agora vamos a recomendação cinematográfica da vez. Bem, o filme em questão é uma adaptação do livro “O sol é para todos”, da Harper Lee. Embora o livro seja extremamente conhecido, a sua adaptação não o é. Mesmo com algumas diferenças no enredo, afinal, cada veiculo trabalha da sua forma, a trama continua impecável, com uma ótima fotografia, boas atuações e principalmente o mesmo tom dramático da historia original, vale muito a pena ser visto. Originalmente é chamado de To Kill a Mockingbird e tem direção de Robert Mulligan e roteiro adaptado por Horton Foote. O filme ganhou diversos prêmios, incluindo 3 Oscars, 3 Globos de Ouro e o prêmio Gary Cooper de Cannes.



Sinopse: Jean Louise Finch (Mary Badham) recorda que em 1932, quando tinha seis anos, Macomb, no Alabama, já era um lugarejo velho. Nesta época Tom Robinson (Brock Peters), um jovem negro, foi acusado de estuprar Mayella Violet Ewell (Collin Wilcox Paxton), uma jovem branca. Seu pai, Atticus Finch (Gregory Peck), um advogado extremamente íntegro, concordou em defendê-lo e, apesar de boa parte da cidade ser contra sua posição, ele decidiu ir adiante e fazer de tudo para absolver o réu.

Por hoje é só, galera, até a próxima semana!

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