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#LeiaUmNacional - Entrevista com Luiz Henrique Batista

julho 14, 2015

Hey Judes! :)
A entrevista de hoje é com ele, o cara que sabe como nos deixar curiosos, esse nojento. Senhoras e senhores, Luiz Henrique Batista, autor de Os Doze Guardiões da Luz!



Sinopse: Os Doze Guardiões da Luz - Ambientado num mundo de fantasia, "Os Doze Guardiões da Luz" narra as histórias de heróis imortais que encarnam os doze signos do Zodíaco. Séculos após a grande guerra, que expulsou a Escuridão dos reinos do oeste, o povo e os heróis parecem ter se esquecido da ameaça que reside lá fora, além da fronteira das terras da Luz com os países da neblina. Alheios ao alcance dos tentáculos do inimigo, os Guardiões são pegos de surpresa quando a ameaça vem não de fora, mas de dentro do reino, justamente daqueles em quem mais confiavam: eles próprios.
Editora: Novo Século



Luiz Henrique Batista nasceu em Santa Cruz do Sul, Rio Grande do Sul, no ano de 1989. Reside com a família na cidade de Caxias do Sul, onde cursa Jornalismo. Descobriu a escrita por acaso e, após ter sido premiado em concursos literários da região, publicou seu primeiro romance, "Os Doze Guardiões da Luz".

Os Doze Guardiões da Luz foi o primeiro livro que li dessa onda de bons livros nacionais, principalmente do gênero fantástico. Participo de um grupo dos leitores desse livro e tive a ideia de não apenas fazer a entrevista com o Luiz, mas pegar as perguntas de leitores desse grupo. Tirando muita zoação que rolou, adicionei as perguntas feitas lá com as que eu já tinha preparado... Confira a entrevista completa:

1) Hey Luiz! Primeiramente, obrigada por nos conceder um tempinho para essa entrevista. Fale um pouco sobre você e o que gosta de fazer nas horas vagas.

Bem, eu sou uma pessoa que sempre preferiu o mundo da imaginação ao mundo real, então não é surpresa nenhuma que tenha me tornado escritor de fantasia (já quis ser desenhista/mangaká, mas não rolou). Gosto de tudo que envolve essa temática, sejam livros, filmes, HQs, enfim, tudo. 

2) Fale sobre seu livro e de como foi escrevê-lo, como surgiu a ideia?

Desde criança, eu sempre quis viver uma aventura, mas ao crescer descobri que aventuras não acontecem na vida real (ao menos não na minha e na da maioria das pessoas). Portanto, decidi escrever minha própria aventura, e "Os Doze Guardiões da Luz" é o resultado disso.
A ideia surgiu enquanto assistia ao filme “Coração de Tinta – O Livro Mágico”. No filme há um vilão chamado Capricórnio, mas que nada tem a ver com o signo. Pensei: "como seria um vilão baseado no signo de capricórnio?". O personagem surgiu em mente e quis usá-lo. Percebi então que poderia criar um personagem para cada signo, e o que era para ser apenas uma história curta logo tomou as dimensões de um livro.

3)  Quando e por que você decidiu ser escritor? Teve alguma influência ou inspiração?

O principal e mais importante apoio veio de uma professora da universidade que leu meu primeiro conto e o elogiou muito. Por causa dela decidi inscrever esse conto em um concurso, e o conto foi premiado. 

4) Qual a maior vantagem  e a maior desvantagem de ser escritor?

A maior vantagem é poder trabalhar da forma que você quiser, quando quiser, se quiser. E a desvantagem é o quão fácil se torna para o escritor cair no amadorismo e na procrastinação.

5) Você escrevia por hobby ou já começou a escrever imaginando publicar algum dia?

Eu escrevia porque gostava de ver as histórias tomando forma, e porque meus amigos gostavam de lê-las. Somente ao terminar meu primeiro livro (o qual engavetei para investir em Os Doze Guardiões da Luz) é que comecei a pensar em publicar. 

6) Como leitor, você também prefere a fantasia ou tem outro gênero favorito?

Fantasia, sem dúvida alguma! Gosto de explorar leituras diversas para expandir meus horizontes, mas a fantasia é e sempre será o meu gênero predileto. 

7) Você já pensou em mudar algo no seu livro depois de publicado?

Sim, várias coisas.

8) Se seu livro fosse adaptado para o cinema, como você reagiria?

Acho que eu morreria. 

9) Como é sua relação com os leitores? Já passou por algum momento que tenha te marcado/te surpreendido?

Se tem algo de que eu me orgulhe é do meu relacionamento com meus leitores. Conheci muitas pessoas incríveis e diferentes e fiz muitas amizades. E acredito que o momento mais marcante foi quando uma leitora me deu um livro de presente de aniversário (justamente o livro que eu disse que não encontrava em lugar algum). Foi um momento muito emocionante pra mim e que me fez perceber que vale à pena seguir em frente com meus projetos. 

10) Tem algum personagem que você se identifica? (Do seu livro ou de qualquer outro) Por quê?

Falando do meu livro, creio que me identifico um pouco com cada um dos personagens. Não sou daqueles autores que coloca um personagem baseado em si no meio da história, mas acredito que cada um deles tenha algo meu. 

11) Tem algum projeto para o futuro? Algum novo livro em andamento? Alguma data para o segundo de Os Doze Guardiões da Luz, quem sabe?

Focando minha energia em "Os Doze Guardiões da Luz: Através da Neblina", ainda sem data de lançamento. 

12) Como autor, qual seu maior sonho?

Meu sonho já está acontecendo: escrever e compartilhar minha imaginação com outras pessoas. 

13) Um livro que você gostaria de ter escrito.

"Marina", do Carlos Ruiz Zafón. 

14)  Existem muitos novos autores nacionais hoje em dia. Tem contato com algum? Se sim, como é sua relação com eles? E o que você acha da literatura no Brasil atualmente?

É sempre bom manter contato com quem atua na sua área e enfrenta os mesmos problemas que você. Conheço vários autores e autoras e adoro trocar ideias com eles quando possível. Acredito que estejamos todos no mesmo barco e que só temos a ganhar ao colaborarmos uns com os outros. 

15) Se você pudesse mudar o final de algum livro, você mudaria? Qual? Por quê?

Não consigo pensar em nenhum livro que eu mudaria apenas o final, embora consiga pensar em vários que mudaria várias coisas no decorrer da história. 

16) Você tem algum conselho para quem está começando e sonha em publicar um livro?

Ler e escrever muito, além de aprender sobre a profissão antes de pensar em publicar. Entendo o quão atraente é a ideia de ter seu nome na capa de um livro, mas essa é uma questão que envolve muitas variáveis, muitas que quem está começando nem sequer imagina. Portanto converse com autores, participe de grupos de debate e aprenda o máximo possível antes. Você não irá se arrepender.  

17) Para finalizar, deixo esse espaço livre para você mandar uma mensagem para seus leitores e o que mais quiser, fique à vontade!

A  todos os que leram "Os Doze Guardiões da Luz", meu mais sincero obrigado. E aos que não leram, espero que tenham a oportunidade e que gostem tanto de lê-lo quanto eu gostei de escrevê-lo. É principalmente graças aos leitores que estão dando uma chance à literatura nacional moderna que pessoas como eu têm realizado seus sonhos de compartilharem suas histórias com o mundo. 

Nós é que agradecemos por proporcionar uma ótima leitura para nós, Luiz!

Perguntas dos leitores


Denise Rodrigues: Qual dos Doze você menos gosta? Justifique sua resposta. 

Boa pergunta, Denise. Não sei se "menos gosto" dele, mas ainda não estou satisfeito com a posição de Gêmeos na história. E não por ele ser o mala que quase todo mundo odeia, mas porque ainda não consegui explorar muito bem todo o potencial dele.

Denise Rodrigues: O que da personalidade ou das possíveis personalidades de cada signo vc realmente incorpora nas personagens? Pq algumas coisinhas (tirando os elementos), não são muito 'tradicionais'.

Eu estudei os signos para criar os Guardiões, mas não deixei que a astrologia ou mesmo o estereótipo dos signos levasse a última palavra sobre a imagem que eu mesmo tenho deles. Acredito que Câncer e Virgem foram os que mais fugiram desse estereótipos.

Jhonyson de Oliveira: Pretende incluir personagens GLBT em ODGL?

Eu não pretendo usar a série para militar por nenhuma agenda política, mas, sim. E isso é algo que pensei desde muito antes dessa onda de debates sobre o tema.

Jhonyson de Oliveira: Já escreveu ou pensou em escrever um conto erótico?

Já pensei como desafio à minha própria escrita, porque essa é uma literatura que não me atinge nem um pouco. E não digo (só) por preconceito, mas porque realmente não bate no meu ossinho. Mas já escrevi uns com necrofilia, serve?

Ficção Científica? Odisseias espaciais... o que diz?

FC não é meeeeesmo minha praia. No espaço só se for space fantasy, tipo Star Wars, Mass Effect, isso eu curto.

Por hoje é só, galera! E aí, gostaram da entrevista? Se interessaram pelo livro? Eu indico muito, confira a resenha aqui. Esperando ansiosamente por Os Doze Guardiões da Luz: Através da Neblina. E aí, tá esperando o quê pra ler ODGL? O convite já está feito. #LeiaUmNacional

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