DNA em Série

Um, dois, três e ... Orphan Black!

maio 05, 2016



         Orphan Black é uma série canadense de ficção científica estreada em 2013. Apesar de não ser tão nova, eu só animei a assistir depois das indicações de umas amigas.  Então vamos aos três primeiros episódios...

Primeiro: Natural Selection
Tudo começa com a nossa protagonista, Sarah Manning, presenciando um suicídio de uma mulher em uma estação de trem. O problema todo é que essa mulher se parecia muito com ela.  Sarah então rouba a bolsa que a moça havia deixado e após conferir os documentos, descobre que a mulher era Elizabeth Childs, de fato idêntica à ela.
            Ao se encontrar com seu irmão adotivo Felix, Sarah revela que deixou o namorado problemático para trás e que pretende reencontrar a filha, que aparentemente ela havia deixado sob os cuidados de uma conhecida. E com o intuito de pegar o dinheiro de Beth e recomeçar sua vida, Sarah decide assumir sua identidade. Ela se muda para o apartamento de Beth, pinta os cabelos e esconde o sotaque para se passar pela moça. 
            Sarah se vê ainda mais enrolada com a história de Childs após descobrir que Beth era uma detetive e estava envolvida em um caso de homicídio. Ela precisa manter as aparências tanto para o detetive parceiro de Beth, quanto para o namorado da moça.
 E para completar, ela encontra outra mulher idêntica à ela, mas para evitar um spoiler não darei mais detalhes.

Segundo: Instinct
 Nesse segundo episódio, Sarah precisa resolver um baita problema que apareceu lá no primeiro episódio, então se preparem!
            Ela precisa lidar ainda mais com Paul, o namorado de Beth que não está nada confiante e com Art, o detetive parceiro que vive desconfiado dela e que chegou a perseguir a moça. E foi justamente durante uma dessas perseguições que ele encontra um dinheiro que Sarah havia retirado e estava deixando para seu plano de fuga, e o troca pelas fichas do incidente que Beth estava envolvida e que ainda precisava testemunhar. É aí que ele começa uma chantagem.
            Para completar, após o grande problema citado acima, Sarah consegue contato com outras mulheres que, apesar das realidades completamente diferentes, são fisicamente iguais.  E todas elas se comunicavam por um celular, o qual Sarah “herdou” de Beth.


Terceiro: Variation Under Nature
             É nesse episódio que algumas respostas começam a aparecer e torna tudo ainda mais curioso. A vontade de assistir e não parar mais é imensa! 
             Para evitar spoiler não falarei muito do episódio, mas é nele que Sarah volta a trabalhar como Beth na delegacia e que passa a investigar um caso que tem tudo a ver com ela. Essa mulher precisa se virar para conseguir se safar de umas possíveis suspeitas e ainda reconquistar a confiança de Art. Além disso, ela ainda tenta reaver o contato com a filha Kira. 


             Uma coisa que realmente me atraiu na série foi o fato dos episódios não serem “arrastados”, ou seja, eles não ficam enrolando. Claro que alguns mistérios ainda precisam ser mantidos, mas no geral, muitas reviravoltas acontecem em cada episódio e respostas ou pistas são dadas. Eu não estou nem conseguindo largar! A propósito, a quarta temporada estreou agora em abril, então temos muitos episódios pela frente. 

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