DNA em Série

Um, dois, três e... Fuller House!

abril 29, 2016

E aí, gente, beleza?

Eu não falo muito sobre séries aqui, mas isso vai mudar a partir de hoje. Séries, junto de filmes e livros, são meus maiores vícios, logo, eu não poderia deixar de falar sobre elas aqui também.


Estou criando essa coluna para falar especialmente de séries que eu estou começando a assistir (provavelmente, será mensal, mas eu ainda não sei o que esperar dela, então vamos deixar rolar, por enquanto). Aqui, falarei o que estou achando da série após assistir três episódios e se vou continuar assistindo. Podem ser lançamentos ou séries velhas, mas que só estou assistindo agora. Como eu não gosto de abandonar leituras ou séries, provavelmente, continuarei assistindo todas as séries que eu falar aqui, mas talvez eu tenha surpresas negativas, né?

Hoje, falarei de uma série que marcou minha infância e que a Netflix trouxe de volta, para a minha alegria. Eu me emocionei só com o trailer de abertura, tocando a mesma música de sempre e com os mesmos atores, agora mais velhos. Eu me senti tão feliz quando soube da volta de Full(er) House – ou Três é Demais, como é conhecida aqui no Brasil – que eu estava sofrendo por não ter Netflix, mas como eu disse, as coisas vão mudar e já estão mudando! Hahaha

Para quem não lembra, vou fazer um flashback aqui da história da série e depois falo como está a nova série.

Bom, a série clássica conta a história de Danny Tanner, que perdeu a esposa e agora tem que cuidar de suas três filhas: DJ, Stephanie e Michelle. Para ajudá-lo nessa tarefa, ele convoca seu cunhado Jesse e seu melhor amigo Joey para morar com ele. Três caras morando juntos e cuidando de três meninas... Bom, isso só podia dar uma boa comédia, né? Eu amava tanto essa série, ria pra caramba e a Michelle bebê? Coisa mais fofa!


Na continuação, os Tanners e "adjacentes" se reúnem uma última vez antes da casa ser vendida, sim, a mesma casa da série clássica. Mas essa mudança vai ser mais difícil do que eles pensavam... Vou comentar cada episódio separadamente, logo, terá alguns spoilers do início da série, mas spoiler de início de série só faz ter vontade de assistir o resto, né? Então, vamos lá!

Um: O primeiro episódio, de novo


Os Tanners estão reunidos novamente. Um pouco mais velhos, é verdade, mas os mesmos de sempre. Inclusive a amiga sem noção de DJ: Kimmy Gibbler, que é divorciada e tem uma filha.
DJ tem três filhas e acabou de perder o marido, que era bombeiro, eu acho. Steph viaja por um monte de lugares e Michelle, bem... As irmãs Olsen não aceitaram a oferta de atuar em Fuller House, pois não se consideram mais atrizes. Elas trabalham com moda agora e logo no primeiro episódio eles explicam a ausência de Michelle de uma forma bem engraçada.

Muitas das piadas feitas têm um quê de contextualização americana, inclusive, uma das partes mais engraçadas vem do segundo filho de DJ, Max. Mas pra entender, você tem que ter uma noção do que está acontecendo nos EUA, da política e tal, só uma dica...

Os três amigos: Danny, Jesse e Joey, proporcionam as cenas mais nostálgicas da série. Espero que, de vez em quando, eles continuem fazendo esses flashbacks que fizeram nesse episódio, eu simplesmente amei!

Na história deste episódio de 36 minutos, os Tanners e amigos estão se reunindo para uma festa de despedida da casa que moraram por tanto tempo e agora será vendida. Quem também aparece nesse episódio é o antigo namorado de DJ: Steve. E, ao que parece, eles vão voltar a ter um romance, mas isso é só uma suposição minha, talvez eu esteja enganada.

O episódio termina encaminhando a série para seu propósito inicial. Em Full House eram três amigos cuidando de três filhas de um Tanner, mas agora, serão três amigas cuidando dos três filhos de DJ. Stephanie e Kimmy irão se mudar para ajudar DJ com as tarefas da casa e cuidar dos três meninos.

Uma breve observação sobre os novos personagens:


Jackson é o filho mais velho de DJ, com uns 12 anos e adora pegar no pé de Max, inventando histórias pro irmão fazer suas tarefas. Max é a coisa mais fofa desse mundo! Ele tem uns 6 ou 7 anos, é o segundo filho de DJ e tem a mesma compulsão por limpeza que seu avô Danny. Ainda temos Ramona, da mesma idade de Jackson, filha de nada mais, nada menos que Kimmy e é basicamente uma versão atual de sua mãe. Fora eles, temos a fofura master que é o filho mais novo de DJ, o baby Tommy.

Dois: Dia da Mudança


Um episódio mais fraquinho, de apenas 27 minutos. É o dia da mudança de Kimmy e Ramona para a casa de DJ. Quem não gosta nada da notícia é Jackson que já não simpatiza com Ramona e ainda perde seu quarto para a garota, além disso, vai ter que dividir um quarto com seu irmão mais novo, Max. Aproveitando que sua mãe não está em casa, Jackson toma uma atitude radical e foge de sua tia Steph e de Kimmy, se esconde na caminhonete de seu tio-avô Jesse, que está indo para LA.
Jackson ainda sente muito a falta do pai e não está lidando muito bem com tantas mudanças. Mas espero que os próximos episódios não sigam o exemplo deste, já que não gostei tanto quanto do primeiro...

Três: A noite é demais


Kimmy e Steph preparam a noite das garotas pra que DJ se divirta um pouco. Elas saem e deixam Joey tomando conta das crianças. Enquanto as três se divertem numa boate chamada Euphoria, Joey consegue tirar as crianças de seus aparelhos eletrônicos – uma clara crítica a infância super tecnológica de hoje em dia. As crianças, de início, relutam em brincar à moda antiga, mas Joey esconde seus celulares e tablets, fazendo-os ver o quão divertido podem ser as brincadeiras sem tecnologia.

Kimmy encontra seu futuro ex-marido na mesma boate e descobre que ele está com outra garota. Para dar o troco, ela e DJ formam uma dupla para vencer a competição de dança do local, competição esta que Fernando, o ex-marido, sempre ganhou ao lado de Kimmy.

Ao contrário do segundo episódio, esse foi bem mais engraçado e melhor. Algo que percebi também é que, apesar de ter a mesma “fórmula” da série clássica, esta não está totalmente igual. Acho que preciso continuar assistindo para conhecer mais os personagens, principalmente as crianças, pois ainda não me apeguei aos personagens...


E é isso que irei fazer. Continuar assistindo.

Até agora, a série está indo bem, tomara que não me decepcione! E para quem tem medo por essa série ser uma continuação, pode ficar traquilo(a), apesar das mudanças, a série continua engraçada e fofa.E o mais legal é ver os mesmos atores trabalhando na série, ver como eles estão depois de tanto tempo...


Espero que tenham gostado do primeiro post dessa coluna! Deixem um comentário dizendo se gostou ou com sugestões para que possamos sempre melhorar.

Até a próxima!

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